quinta-feira, 18 de maio de 2017

Sem fronteiras: fim do roaming na Europa para clientes da operadora Orange

A partir de hoje, 18/05, todos os clientes da operadora francesa Orange poderão utilizar seu telefone celular (voz e dados) em toda a Europa sem precisar pagar roaming, a taxa que pagamos quando saímos da nossa área ou país de cobertura. A medida havia sido anunciada no mês mês passado pela operadora e foi posta em prática hoje. 

Eu, por exemplo, tive meu contrato mudado automaticamente hoje a tarde. Na minha área do cliente, não aparece mais os dados que podia usar na Europa (antes limitado a 3 gigas por ano). Resumindo: agora posso usar meus 30 gigas mensais de dados e meu plano ilimitado de voz/sms em todo continente europeu, sem precisar pagar mais. 

A mudança para os clientes da Orange aconteceu 1 mês antes da data estipulada pela União Européia para acabar com o roaming dentro do continente. Esta previsto que, a partir do dia 15 de junho, o roaming acabe para todos os países da Europa. 

Além da Orange, a Free já havia acabado com roamig dentro da Europa desde o mês de março. 

Abaixo, veja a lista dos países onde, você que tem contrato com a Orange, não pagará mais roaming a partir de hoje:

Na Europa:

Açores (les), Aland (îlhas), Allemanha, Áustria,
Baléares, Bélgica, Bulgária,
Ilhas Canárias, Chipre, Corfou (Ilha), Crèta, Cyclades, Croácia,
Dinamarca,
Espanha, Estônia,
Féroé (Ilhas), Finlândia,
Gibraltar, Grécia, Guernesey,
Hungria,
Irlanda, Islândia, Itália,
Jersey,
Letônia, Liechtenstein, Lituânie, Luxemburgo,
Madeira, Malta, Man (ilhas),
Noruega,
País-Baixos, Polônia, Portugal,
República tchéca, Rhodes (ILHAS), Romênia, Reino-Unido,
Saint-Marin, Sardanha, Sicília, Slováquia, Slovênia, Suécia,
Vaticano

Ilhas Francesas:

Guadeloupe, Guyane française, Martinique, Réunion
et certaines collectivités d’outre-mer : Mayotte, Saint-
Barthélemy, Saint-Martin (île de), Saint-Pierre-et-Miquelon

E mais:
Suíça, Andora. 

domingo, 30 de abril de 2017

Como é trabalhar na França?


Por se tratar de outro país, trabalhar na França é obviamente diferente das experiências profissionais que tivemos no Brasil. Além das diferenças culturais, a França possui leis trabalhistas próprias, que nós que acabamos de chegar precisamos de um tempo para compreendê-las. 

Através desta postagem vou resumir um pouco como é trabalhar na França, o que é preciso, cargas horárias, férias, aposentadoria, etc. 

Quem pode trabalhar na França?

Pode trabalhar na França todos os cidadão em situação regular, ou seja, todos que possuem um Titre de Séjour (identidade para o estrangeiro) com autorização para trabalhar. Além do titre de séjour é preciso ter um número de sécurité sociale, Para ter este número é preciso se dirigir à Caisse d'assurance Maladie e solicitar sua Carte Vitale (que também funciona como carta de saúde). 

Onde procurar emprego na França?

O órgão público que ajuda inserir o cidadão no mercado de trabalho francês se chama Pôle d'Emploir (uma espécie de agência do trabalho). Com os documentos em regra, basta se dirigir a uma agência e se cadastrar. Além de te ajudar a encontrar um trabalho, o Pôle d'Emploir pode te oferecer uma formação em alguma área para te auxiliar a se reinserir no mercado de trabalho, por exemplo. Existem ainda agências de trabalho privadas, como a Adecco, Manpower, Le Cercle Intérimaire, etc. Basta pesquisar "Agence intérimaire" no Google que você vai achar várias. 

Como são os contratos de trabalho na França?

São basicamente 3:
  • Intérimaire - para trabalhos de curta duração, missões que podem durar entre 1 dia a algumas semanas. Este é o tipo de contrato de trabalho mais básico, ideal para quem pretende um job por alguns dias, sem muitos vínculos com a empresa. 
  • CDD (Contrat à Durée Déterminée): São contratos com duração determinada, como por exemplo, contratos de 6 meses ou 1 ano. Após o término do contrato, a empresa não é obrigada a renová-lo.
  • CDI (Contrat à Durée Indéterminée): São contratos com duração indeterminada. Os CDIs são os contratos mais almejados na França. Com este tipo de contrato você está mais protegido no mercado de trabalho. Em caso de demissão, por exemplo, a empresa precisa justificar, na maioria das vezes, sua decisão em frente a um juiz, o que inibe demissões digamos "injustas". Com um contrato CDI na França você tem mais proteção social, além de acesso com mais facilidade a financiamentos, aluguéis de imóveis, etc. 
Qual a carga horária de trabalho na França?

A França tem uma carga horária de trabalho de 35 horas semanais para a maioria das profissões. Passando destas 35 horas, você começa a ganhar hora-extra. O cálculo da hora-extra depende da convenção de trabalho assinada entre sua empresa e os sindicatos, além da quantidade de horas que você fez a mais. A remuneração pode variar de 25 a 100% em cima do valor que você recebe por hora. É importante ressaltar que pela lei trabalhista da França, você não é obrigado a fazer hora-extra, é opcional. 

Qual é o salário mínimo na França?

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Casei: devo pedir meu titre de séjour na França ou no Brasil?

Esta é uma pergunta que a maior parte dos brasileiros que estão em Paris faz: casei, devo pedir meu titre de séjour no Brasil ou na França. A resposta é: depende da situação. 

Existem basicamente duas situações diferentes: os brasileiros (as) que casam com franceses (as) no Brasil e aqueles que casam na França. 

A primeiro caso é o mais prático. Se você casou no Brasil deve validar seu casamento no  consulado do França (caso tenha casado num cartório brasileiro). Feito isso, se o casal decidir morar na França, o brasileiro (a) deve se dirigir ao consulado francês e solicitar um visa de long séjour, que é uma autorização (um visto) para passar mais de 90 dias na França. De posse deste visto (que geralmente é de 1 ano), o brasileiro (a) deve se dirigir a prefecture da cidade francesa onde vai morar e só então solicitar o titre de séjour. A lista com toda a documentação necessária você encontra neste post.  Vale lembrar que algumas prefeituras na França exigem que o casal esteja vivendo há pelo meno 6 meses juntos antes da solicitação do primeiro titre de séjour. 

Caso case no Brasil, siga este procedimento à risca para não esbarrar na burocracia da lei francesa que explicarei mais na frente... 

Já o segundo caso, de brasileiros (as) que se casaram com franceses (as) na França, existem aqueles que estão em situação legal e os que estão em situação ilegal no território francês.

A lei da França não impede que um estrangeiro em situação ilegal case na França, desde que ele consiga reunir toda a documentação necessária. Mas após o casamento, o direito de permanecer na França não é automático, e o estrangeiro (a) cônjuge de francês deve solicitar seu titre de séjour na prefecture de police da cidade onde vive.

O maior problema é que alguns estrangeiros casam nos 90 dias que tem direito a ficar legalmente na França como turista e, quando vão na prefecture solicitar o titre de séjour, esbarram na burocracia da administração francesa, pois a lei de imigração diz que o estrangeiro em situação irregular só pode solicitar o titre de séjour na França se já viver há mais de 1 ano no país. Ou seja, alguns brasileiros são aconselhados a voltar ao Brasil, pedir um visa de long séjour para então retornarem à França e aí solicitarem o titre de séjour

Isso acontece também com brasileiros (as) que casaram no Brasil e vieram para a França sem visa de long séjour, apenas com visto de turista. Por isso é importante: se você estiver no Brasil, se dirigir ao consulado francês e solicitar um visa de long séjour como cônjuge de francês. De posse deste visto o processo para obtenção do titre de séjour é bem mais rápido e prático.

O resultado de toda esta burocracia é que muitos brasileiros (as) cônjuges de francês, que casaram na França, não querem retornar ao Brasil e acabam ficando ilegal por pelo menos 1 ano, o que não é aconselhado. 

Dificilmente você vai consegui solicitar o titre de séjour na França se não viver há pelo menos um ano aqui, estando legal ou ilegal. Por isso é importante se organizar e escolher a melhor forma de se casar, respeitando a legislação do país que você escolheu para viver. 

Caso o estrangeiro já esteja vivendo há mais de 1 ano na França, é importante ter provas. Se você estiver legal, o visto basta. Mas se estiver ilegal, guarde todas as provas de que você esteve na França, tais como, bilhete de avião, faturas de eletricidade, de transporte público,  de telefone, etc. Você vai precisar de todos estes documentos para provar o tempo que esteve na França antes de solicitar seu titre de séjour na prefecture


Espero que esta dica tenha tirado muitas dúvidas. Não hesite em deixar suas dúvidas ou sugestões nos nossos comentários. Até a próxima dica de Paris e da França. 

Leia também: 

Casamento ou PACs na França: como obter meu 1º Titre de Sejour?



sábado, 25 de fevereiro de 2017

Onde comer em Paris com menos de 10 euros?

Site propõe restaurantes em Paris com menus a menos de 10 euros
Não tem como visitar Paris e não experimentar a culinária francesa. Mas frequentar restaurantes parisienses durante todas as suas férias pode te deixar no vermelho no final do mês, já que Paris é famosa por ter preços acima da média da Europa. Num restaurante tipo bistrô (que serve comidas típicas da França),  um jantar por pessoa pode ultrapassar facilmente os 50 euros. 

Mesmo se você morar aqui e ganhar em euro, frequentar restaurantes com frequência pode te deixar no vermelho no final do mês. 

Mas então, qual é a solução para se comer bem e barato em Paris? Ir para fast foods, você deve está imaginando. Não! Nada de fast foods, pois o francês que se preze tem pavor a este tipo de comida. A solução veio de dois parisienses apaixonados pela gastronomia, Tomas e Romain. 

Eles criaram um web site que seleciona restaurantes que propõem menus a menos de 10 euros! Como funciona? Eles vão à caça, experimentam os pratos nos estabelecimentos que propõem menus a este preço e depois de aprovado publicam o nome do restaurante no site, chamado Les Petites Tables. E tem restaurante em todos os bairros de Paris (até mesmo nos mais chiques, como na Champs Elysées) com menus variados e pra todos os gostos. 

"Do almoço ao jantar, você vai encontrar sempre um restaurante barato perto do seu trabalho ou da sua casa, com um menu a, no máximo, 10 euros. E em todos os bairros de Paris!" - garantem Romain e Tomas. 


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Até mais e até a próxima dica de Paris! 



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Carte Vitale: saiba como funciona o sistema de saúde na França

Modelo de carte Vitale
A França é um dos países da Europa (e do mundo), onde o sistema de saúde pública é de qualidade e acessível a todo mundo. A palavra mais propícia para definir o sistema de saúde da França é igualdade. Rico ou pobre, todos são atendidos com igualdade pelo mesmo sistema. Também não importa se você é francês ou estrangeiro, o direito ao acesso à saúde é universal e igual para todos. 

Para ter acesso ao sistema de saúde da França você precisa ter uma carta Vitale, com um número de sécurité sociale. Este documento contem informações importantes sobre suas origens, nascimento, sexo, etc. É através dele que funciona todo sistema de saúde e de segurança social do país, como direitos trabalhistas, aposentadorias, etc.

Se você é estrangeiro em situação regular na França, precisa se dirigir a caisse d'Assurance Maladie (CPAM) da sua cidade para solicitar seu número de sécurité sociale e sua carta vitale. Estrangeiros em situação irregular também podem se beneficiar do sistema se comprovarem que já vivem na França há algum tempo e que não podem arcar com despesas de saúde. 

Com a carte vitale e o número de sécurité sociale em mãos, você já pode usar sistema, que funciona da seguinte forma:

CONSULTAS MÉDICAS: Na França, toda vez que você for ao médico (não importa a especialidade) precisa pagar a consulta para depois ser reembolsado. O médico lhe pedirá sua carte vitale e a colocará numa maquininha (como destas de cartão de crédito). Neste momento suas informações serão encaminhadas a caisse d'Assurance Maladie, que lhe fará o reembolso de parte do que você pagou. Exemplo: um clínico geral que custa 25 euros a consulta, a Assurance Maladie lhe reembolsará 70% deste valor (em média 16 euros). Os outros 30% são reembolsados pela sua Mutuelle, que vou falar no próximo tópico.

A Mutuelle 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Cursos de francês na Sorbonne: vele a pena?

Os cursos de língua da Sorbonne são neste simpático prédio, no bairro 14 de Paris, perto da torre de Montparnasse.
A Sorbonne é uma das melhores universidades francesas. Localizada em Paris, é uma das universidades de maior reputação aqui na França. Além dos cursos superiores, a Sorbonne oferece também cursos de língua francesa voltado ao público estrangeiro, que são considerados excelentes. Eu já fiz dois cursos de língua lá e posso garantir que os cursos são bons, apesar dos preços serem razoavelmente altos. 

Os cursos de língua francesa da Sorbonne  são tanto diurnos, quanto noturnos. As matrículas são sempre nos meses de fevereiro, maio, junho, julho e setembro. 

Para os cursos de verão, por exemplo, você pode se inscrever no meses de maio, junho ou julho. São cursos de curta duração (30 ou 60 dias) e são excelentes para quem quer testar a Sorbonne antes de se matricular num curso semestral, por exemplo. 

E foi justamente o que fiz: me matriculei num curso de verão intensivo com um mês de duração e tive uma boa experiência, me matriculando posteriormente num curso semestral noturno, já que trabalho durante o dia.

Os cursos noturnos tem um ritmo um pouco mais lento que os diurnos, já que  maioria dos alunos trabalha e tem menos tempo para estudar em casa. Mas mesmo assim os cursos no período da noite são bons, com acompanhamento do professor, provas e exercícios adaptados para quem tem pouco tempo. Normalmente são 3 vezes por semana, 2 horas por dia, dependendo do curso que você escolher.

Alguns cursos noturnos são 5 vezes por semana, caso você opte fazer também o curso de fonética (que ainda não fiz, mas ouvir dizer que é muito bom). 


Para os cursos de curta duração, você não precisa de visto. Já para os cursos mais longos, você precisará de um visto ou titre de Séjour (uma espécie de carteira de identidade para os estrangeiros que vivem legalmente na França).

E os preços? Para os cursos a noite, paguei 900 euros por quase 4 meses de curso. Caso eu optasse também pelo curso de fonética, pagaria o equivalente a 1300 euros, com aulas todos os dias da semana (o que pode ser cansativo, já que você tem exercícios a fazer em casa). 

O curso de verão paguei 390 euros por um mês de curso, 3 vezes por semana (sem fonética). 

Existem outros cursos, conjugados com cursos de civilização francesa, como é o caso do curso intensivo semestral diurno. Este curso custa em média 2 mil euros, com aulas todos os dias, 4 horas por dia, durante 4 meses. Ele inclui aulas de civilização, que ajudam o aluno a compreender e se integrar à cultura francesa. Algumas palestras de civilização são ministradas no tradicional  (e esplendoroso) auditório da Sorbonne. 

Vale a pena?

Sim, todo esforço para aprender a língua francesa é válido se você mora, trabalha na França ou simplesmente adora a língua de Molière. Aprendi bastante na Sorbonne e consegui trabalhar meticulosamente a base do francês que eu já tinha. 

Os prós da Sorbonne

- Diploma reconhecido, já que a Sorbonne é uma das mais prestigiadas universidades da França;
- Cursos diurnos e noturnos, com flexibilidade de horário;
- Preços dentro da média de mercado para instituições renomadas.
- No centro de Paris, com vasta possibilidade de transporte público;
- Cursos de curta duração ou sob medida, com possibilidade de fonética.
- Turmas divididas por nível (faz-se uma avaliação escrita e oral para determinar seu nível);

Os Contras:

- Pouca flexibilidade dos horários da secretaria, que fecha às 16h30, deixando os alunos da noite sem assistência (é preciso chegar antes deste horário para resolver um problema relacionado ao curso).

Para conhecer os diferentes cursos de francês da Sorbonne, clique aqui.

A sorbonne está localizada no:
214, boulevard Raspail - 75014 Paris (métro Raspail)
Tél. : +33 1 44 10 77 00




terça-feira, 16 de agosto de 2016

Curso de Francês grátis em Paris

Se você está chegando agora em Paris, não fala nada de Francês e está procurando um curso, você entrou no blog certo. Já havíamos dado esta dica, mas resolvi reescrever este post porque algumas regras para as inscrições mudaram. 

Como já expliquei, a prefeitura de Paris oferece cursos gratuitos para quem vive na cidade. Os cursos gratuitos são de nível iniciante (A1 e A2) e te preparam para entender o básico da língua, de uma maneira que você se torne mais independente no dia-a-dia. 

Mas devido a grande demanda, algumas regras mudaram. Se antes não era preciso visto e até mesmo quem estava em situação irregular podia se inscrever, agora, para se inscrever de graça na maioria dos cursos oferecidos pela prefeitura, é preciso ter um visto de mais de 3 meses. Ou seja, brasileiros que estejam de passagem por Paris (90 dias ou menos, ou sem visto) não poderão mais se inscrever de forma gratuita, como acontecia antes. Quem estiver nesta situação e desejar fazer o curso terá que pagar 300 euros + taxa de inscrição, por mais ou menos 3 meses de curso, 3 vezes por semana (o que não deixa de ser um valor razoável tendo em vista que a maioria dos cursos de francês custam mais de 300 euros o mês).

Outra mudança foi referente as faltas. Se antes existia certa tolerância com os faltosos, agora a tolerância é 0. Basta uma falta não justificada (e documentada) para que você seja eliminado do curso. 

Tendo em vista as novas regras, vamos às informações sobre o curso na associação "Centre d'Animation Jean Verdier", com a professora Dominique Durchon.

Curso de Francês nível iniciante A1 e A2
Carga horária: 150 horas
Dias: segundas, terças e quintas. 
Horário: período da manhã
Inscrições: nos meses de janeiro e setembro. 
Taxa de inscrição: 27,50 euros (taxa deve ser paga por todos, portador de visto ou não).
Valor do curso: gratuito para quem está em situação regular (possui visa ou titre se séjour) e 300 euros para os demais. 
Endereço: 11, Rue de Lancry - 75010, Paris.
Metrô linhas 3, 5, 8, 9, 11 (Estação République).


Espero que vocês tenham curtido esta dica. Não esquece se nos seguir lá no facebook clicando aqui.