domingo, 4 de março de 2018

Como enviar dinheiro da França ao Brasil com as melhores taxas?


Muitos brasileiros recém chegados à  França se fazem esta pergunta frequentemente: como enviar dinheiro da França para o Brasil sem pagar muitas taxas e com o melhor câmbio? Na verdade, a primeira coisa que nos vem a mente é a Western Union, que é uma multinacional  muito conhecida e que oferece serviços financeiros no mundo todo. 

Na verdade, a Western Union, nem sempre é a melhor escolha, apesar dela ter lojas espalhadas praticamente em todas as esquinas das grandes cidades francesas. Mas por que? Porque as taxas de envio são altas e muitas vezes o câmbio é desfavorável (assim como no seu banco francês). Eu, particularmente, utilizei a Western Union pouquíssimas vezes. Primeiro: pela razão citada anteriormente e, segundo, por achar muito complicada, burocrática e cheia de falhas a plataforma online de envio de dinheiro deles. 

Tendo em vista todos estes contratempos, durante um tempo, utilizei empresas financeiras menores, onde era preciso ir pessoalmente até uma agência para depositar os valores, o que na era digital soa no mínimo ridículo, pois você perde tempo para fazer algo que você pode fazer em 5 minutos pela internet, sem precisar sair de casa. 

Até que num dia de férias, enquanto aproveitada uma boa praia no Recife (minha terra natal), uma amiga que mora em Londres me falou da Small World Transactional. Resolvi testar e adorei a praticidade e simplicidade para se enviar dinheiro para o Brasil. 

Basta fazer o cadastro no site com seus dados e em seguida cadastrar a conta (ou as contas. Sim! Você pode cadastrar várias contas) no Brasil a qual pretende enviar dinheiro. Feito isso, basta especificar o montante que pretende enviar e fazer o pagamento com o seu cartão de crédito europeu. Rápido, simples e seguro (pelo menos nunca tive problemas)! Vale lembrar que o site pede cópias dos seus documentos, como passaportes e comprovantes de residência. Basta escanear ou tirar uma foto e enviar pela própria plataforma online. 

Outra coisa bacana da Small World é que eles cobram apenas 3 euros para envios ao Brasil abaixo de 1 mil euros. Ou seja, uma das melhores taxas do mercado! E o seu dinheiro chega entre 24 e 72 horas. Eu, por exemplo, me programo para receber com 72 horas, pois a taxa de câmbio é sempre mais vantajosa. 

E antes que você diga: "Ah! Esta postagem deve ser paga! Ele tá ganhando dinheiro pra divulgar esta empresa que nunca ouvir falar!". Não, não estou ganhando nada (mas bem que poderia, né, afinal o blog anda bem frequentado nestes últimos dias 😃😃)! Estou divulgando a Small World porque até agora, de tudo que eu testei, esta plataforma é a mais prática! 

E ai você pode ainda se perguntar: "Ah! Mas será que é seguro enviar por esta empresa?". Como eu já disse eu nunca tive problemas, pois eles são, assim como a Western Union, uma grande empresa financeira, presente no mundo inteiro e o grupo Small World detém marcas como a LCC, Express Funds, Global Link, Choise, Swiss Tranfers, Uno e Universal Envio (todas atuando na Europa). 

Abaixo deixo um vídeo da Small World explicando como é fácil enviar dinheiro. Espero que você tenham curtido mais esta dica! Até mais! 


Site Small World: 
https://www.smallworldfs.com/small-world/fra/pt-pt


sábado, 3 de março de 2018

Como gastar pouco com internet na sua viagem à Paris?


Se você é daqueles que, assim como eu, não consegue ficar desconectado durante muito tempo, seja na sua cidade ou durante as férias, este artigo foi feito para você! Está vindo de férias para a França e quer continuar online, tendo acesso as redes sociais para postar sua viagem, etc, mas não quer gastar uma fortuna? Neste artigo vou explicar como ficar sempre conectado gastando pouco! 

A solução, óbvio, é contratar um plano pré-pago aqui na França. Existem vários, inclusive com a possibilidade de usar o 4G em toda a Europa.

Muitos blogs indicam empresas com planos caros e que te obrigam a comprar roteadores. Não caia nesta! Estes blogs tem acordos comerciais com estas empresas e nem sempre dão dicas vantajosas aos seus leitores. Aqui as dicas são para que você saia ganhando! Então vamos as dicas! 


Para quem não sabe, a Orange é a melhor operadora francesa. Com uma rede sólida, você terá certamente internet 4G de qualidade durante todas as suas férias na França e na Europa. O pacote Orange Holliday custa 39,99 euros e inclui:

  • Carte SIM;
  • 2 horas de ligações de qualquer país da Europa para o mundo inteiro;
  • 1000 sms para o mundo inteiro;
  • 10 gigas de internet válidos na França e em todos os países da Europa;
  • créditos válido por 14 dias;
  • A linha fica ativa por 6 meses e pode ser recarregada;
  • A recarga custa 20 euros (adicionando 5Go de internet + 1 hora de ligações  internacionais + 500 sms + 14 dias de validade dos créditos);
  • Recarga pode ser feita pela internet;
  •  Você pode comprar o SIM em qualquer loja Orange da França, em lojas que vendem cigarros, bancas de revistas, supermercados, etc;
  • É preciso indicar o passaporte para ativar a linha;
O interessante deste pacote é a possibilidade de usá-lo em toda a Europa sem custos adicionais e sem precisar mudar de SIM a cada país do continente Europeu o qual pretende viajar.  E a Orange, como já disse, tem a melhor rede. É a minha operadora pessoal e a internet 4G funciona super bem em toda a Europa. 


Depois da Orange, a Bouygues é a segunda melhor operadora. A rede 4G funciona bem, tanto na França como no estrangeiro (já fui cliente e nunca tive problemas). A diferença da Bouygues e da Orange é que, na Bouygues, existem vários pacotes, com preços e validade de crédito diferentes. Com 40 euros na Bouygues (mesmo preço que na Orange), você terá menos 4G e minutos de ligações internacionais, mas terá o crédito válido por 2 meses, o que é ideal para viagens mais longas. O pacote de 40 euros da Bouygues inclui:

  • Carte SIM;
  • 25 minutos de ligações para o Brasil;
  • Ligações e sms ilimitados na França;
  • 5 Go de internet 4G;
  • Crédito válido por 2 meses;
  • Recargas a partir de 5 euros;
  • Diferentes pacotes de 5, 10, 20 40 euros;
  • Possibilidade recarga pela internet.
A desvantagem da Bouygues é não poder usar os dados de internet na Europa (até pode mais tem que pagar). Mas resolvi citá-la caso você precise de mais validade nos créditos e sua viagem de longa duração seja apenas na França. 

Existem várias outras operadoras como a Free, SFR, Virgin, La poste, etc. Mas não indico muito, pois fora a SFR que tem sua própria rede, as demais não possuem rede própria, o que compromete a qualidade da conexão. Já a SFR é melhor evitar, pois é uma das operadoras que oferece muito, mas a qualidade da rede é deplorável. 

Espero que você tenha curtido nossas dicas! Não esquece de nos seguir lá no Facebook e no Instagran para ficar por dentro das melhoras dicas de Paris e da França! 



quinta-feira, 18 de maio de 2017

Sem fronteiras: fim do roaming na Europa para clientes da operadora Orange

A partir de hoje, 18/05, todos os clientes da operadora francesa Orange poderão utilizar seu telefone celular (voz e dados) em toda a Europa sem precisar pagar roaming, a taxa que pagamos quando saímos da nossa área ou país de cobertura. A medida havia sido anunciada no mês mês passado pela operadora e foi posta em prática hoje. 

Eu, por exemplo, tive meu contrato mudado automaticamente hoje a tarde. Na minha área do cliente, não aparece mais os dados que podia usar na Europa (antes limitado a 3 gigas por ano). Resumindo: agora posso usar meus 30 gigas mensais de dados e meu plano ilimitado de voz/sms em todo continente europeu, sem precisar pagar mais. 

A mudança para os clientes da Orange aconteceu 1 mês antes da data estipulada pela União Européia para acabar com o roaming dentro do continente. Esta previsto que, a partir do dia 15 de junho, o roaming acabe para todos os países da Europa. 

Além da Orange, a Free já havia acabado com roamig dentro da Europa desde o mês de março. 

Abaixo, veja a lista dos países onde, você que tem contrato com a Orange, não pagará mais roaming a partir de hoje:

Na Europa:

Açores (les), Aland (îlhas), Allemanha, Áustria,
Baléares, Bélgica, Bulgária,
Ilhas Canárias, Chipre, Corfou (Ilha), Crèta, Cyclades, Croácia,
Dinamarca,
Espanha, Estônia,
Féroé (Ilhas), Finlândia,
Gibraltar, Grécia, Guernesey,
Hungria,
Irlanda, Islândia, Itália,
Jersey,
Letônia, Liechtenstein, Lituânie, Luxemburgo,
Madeira, Malta, Man (ilhas),
Noruega,
País-Baixos, Polônia, Portugal,
República tchéca, Rhodes (ILHAS), Romênia, Reino-Unido,
Saint-Marin, Sardanha, Sicília, Slováquia, Slovênia, Suécia,
Vaticano

Ilhas Francesas:

Guadeloupe, Guyane française, Martinique, Réunion
et certaines collectivités d’outre-mer : Mayotte, Saint-
Barthélemy, Saint-Martin (île de), Saint-Pierre-et-Miquelon

E mais:
Suíça, Andora. 

domingo, 30 de abril de 2017

Como é trabalhar na França?


Por se tratar de outro país, trabalhar na França é obviamente diferente das experiências profissionais que tivemos no Brasil. Além das diferenças culturais, a França possui leis trabalhistas próprias, que nós que acabamos de chegar precisamos de um tempo para compreendê-las. 

Através desta postagem vou resumir um pouco como é trabalhar na França, o que é preciso, cargas horárias, férias, aposentadoria, etc. 

Quem pode trabalhar na França?

Pode trabalhar na França todos os cidadão em situação regular, ou seja, todos que possuem um Titre de Séjour (identidade para o estrangeiro) com autorização para trabalhar. Além do titre de séjour é preciso ter um número de sécurité sociale, Para ter este número é preciso se dirigir à Caisse d'assurance Maladie e solicitar sua Carte Vitale (que também funciona como carta de saúde). 

Onde procurar emprego na França?

O órgão público que ajuda inserir o cidadão no mercado de trabalho francês se chama Pôle d'Emploir (uma espécie de agência do trabalho). Com os documentos em regra, basta se dirigir a uma agência e se cadastrar. Além de te ajudar a encontrar um trabalho, o Pôle d'Emploir pode te oferecer uma formação em alguma área para te auxiliar a se reinserir no mercado de trabalho, por exemplo. Existem ainda agências de trabalho privadas, como a Adecco, Manpower, Le Cercle Intérimaire, etc. Basta pesquisar "Agence intérimaire" no Google que você vai achar várias. 

Como são os contratos de trabalho na França?

São basicamente 3:
  • Intérimaire - para trabalhos de curta duração, missões que podem durar entre 1 dia a algumas semanas. Este é o tipo de contrato de trabalho mais básico, ideal para quem pretende um job por alguns dias, sem muitos vínculos com a empresa. 
  • CDD (Contrat à Durée Déterminée): São contratos com duração determinada, como por exemplo, contratos de 6 meses ou 1 ano. Após o término do contrato, a empresa não é obrigada a renová-lo.
  • CDI (Contrat à Durée Indéterminée): São contratos com duração indeterminada. Os CDIs são os contratos mais almejados na França. Com este tipo de contrato você está mais protegido no mercado de trabalho. Em caso de demissão, por exemplo, a empresa precisa justificar, na maioria das vezes, sua decisão em frente a um juiz, o que inibe demissões digamos "injustas". Com um contrato CDI na França você tem mais proteção social, além de acesso com mais facilidade a financiamentos, aluguéis de imóveis, etc. 
Qual a carga horária de trabalho na França?

A França tem uma carga horária de trabalho de 35 horas semanais para a maioria das profissões. Passando destas 35 horas, você começa a ganhar hora-extra. O cálculo da hora-extra depende da convenção de trabalho assinada entre sua empresa e os sindicatos, além da quantidade de horas que você fez a mais. A remuneração pode variar de 25 a 100% em cima do valor que você recebe por hora. É importante ressaltar que pela lei trabalhista da França, você não é obrigado a fazer hora-extra, é opcional. 

Qual é o salário mínimo na França?

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Casei: devo pedir meu titre de séjour na França ou no Brasil?

Esta é uma pergunta que a maior parte dos brasileiros que estão em Paris faz: casei, devo pedir meu titre de séjour no Brasil ou na França. A resposta é: depende da situação. 

Existem basicamente duas situações diferentes: os brasileiros (as) que casam com franceses (as) no Brasil e aqueles que casam na França. 

A primeiro caso é o mais prático. Se você casou no Brasil deve validar seu casamento no  consulado do França (caso tenha casado num cartório brasileiro). Feito isso, se o casal decidir morar na França, o brasileiro (a) deve se dirigir ao consulado francês e solicitar um visa de long séjour, que é uma autorização (um visto) para passar mais de 90 dias na França. De posse deste visto (que geralmente é de 1 ano), o brasileiro (a) deve se dirigir a prefecture da cidade francesa onde vai morar e só então solicitar o titre de séjour. A lista com toda a documentação necessária você encontra neste post.  Vale lembrar que algumas prefeituras na França exigem que o casal esteja vivendo há pelo meno 6 meses juntos antes da solicitação do primeiro titre de séjour. 

Caso case no Brasil, siga este procedimento à risca para não esbarrar na burocracia da lei francesa que explicarei mais na frente... 

Já o segundo caso, de brasileiros (as) que se casaram com franceses (as) na França, existem aqueles que estão em situação legal e os que estão em situação ilegal no território francês.

A lei da França não impede que um estrangeiro em situação ilegal case na França, desde que ele consiga reunir toda a documentação necessária. Mas após o casamento, o direito de permanecer na França não é automático, e o estrangeiro (a) cônjuge de francês deve solicitar seu titre de séjour na prefecture de police da cidade onde vive.

O maior problema é que alguns estrangeiros casam nos 90 dias que tem direito a ficar legalmente na França como turista e, quando vão na prefecture solicitar o titre de séjour, esbarram na burocracia da administração francesa, pois a lei de imigração diz que o estrangeiro em situação irregular só pode solicitar o titre de séjour na França se já viver há mais de 1 ano no país. Ou seja, alguns brasileiros são aconselhados a voltar ao Brasil, pedir um visa de long séjour para então retornarem à França e aí solicitarem o titre de séjour

Isso acontece também com brasileiros (as) que casaram no Brasil e vieram para a França sem visa de long séjour, apenas com visto de turista. Por isso é importante: se você estiver no Brasil, se dirigir ao consulado francês e solicitar um visa de long séjour como cônjuge de francês. De posse deste visto o processo para obtenção do titre de séjour é bem mais rápido e prático.

O resultado de toda esta burocracia é que muitos brasileiros (as) cônjuges de francês, que casaram na França, não querem retornar ao Brasil e acabam ficando ilegal por pelo menos 1 ano, o que não é aconselhado. 

Dificilmente você vai consegui solicitar o titre de séjour na França se não viver há pelo menos um ano aqui, estando legal ou ilegal. Por isso é importante se organizar e escolher a melhor forma de se casar, respeitando a legislação do país que você escolheu para viver. 

Caso o estrangeiro já esteja vivendo há mais de 1 ano na França, é importante ter provas. Se você estiver legal, o visto basta. Mas se estiver ilegal, guarde todas as provas de que você esteve na França, tais como, bilhete de avião, faturas de eletricidade, de transporte público,  de telefone, etc. Você vai precisar de todos estes documentos para provar o tempo que esteve na França antes de solicitar seu titre de séjour na prefecture


Espero que esta dica tenha tirado muitas dúvidas. Não hesite em deixar suas dúvidas ou sugestões nos nossos comentários. Até a próxima dica de Paris e da França. 

Leia também: 

Casamento ou PACs na França: como obter meu 1º Titre de Sejour?



sábado, 25 de fevereiro de 2017

Onde comer em Paris com menos de 10 euros?

Site propõe restaurantes em Paris com menus a menos de 10 euros
Não tem como visitar Paris e não experimentar a culinária francesa. Mas frequentar restaurantes parisienses durante todas as suas férias pode te deixar no vermelho no final do mês, já que Paris é famosa por ter preços acima da média da Europa. Num restaurante tipo bistrô (que serve comidas típicas da França),  um jantar por pessoa pode ultrapassar facilmente os 50 euros. 

Mesmo se você morar aqui e ganhar em euro, frequentar restaurantes com frequência pode te deixar no vermelho no final do mês. 

Mas então, qual é a solução para se comer bem e barato em Paris? Ir para fast foods, você deve está imaginando. Não! Nada de fast foods, pois o francês que se preze tem pavor a este tipo de comida. A solução veio de dois parisienses apaixonados pela gastronomia, Tomas e Romain. 

Eles criaram um web site que seleciona restaurantes que propõem menus a menos de 10 euros! Como funciona? Eles vão à caça, experimentam os pratos nos estabelecimentos que propõem menus a este preço e depois de aprovado publicam o nome do restaurante no site, chamado Les Petites Tables. E tem restaurante em todos os bairros de Paris (até mesmo nos mais chiques, como na Champs Elysées) com menus variados e pra todos os gostos. 

"Do almoço ao jantar, você vai encontrar sempre um restaurante barato perto do seu trabalho ou da sua casa, com um menu a, no máximo, 10 euros. E em todos os bairros de Paris!" - garantem Romain e Tomas. 


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Até mais e até a próxima dica de Paris! 



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Carte Vitale: saiba como funciona o sistema de saúde na França

Modelo de carte Vitale
A França é um dos países da Europa (e do mundo), onde o sistema de saúde pública é de qualidade e acessível a todo mundo. A palavra mais propícia para definir o sistema de saúde da França é igualdade. Rico ou pobre, todos são atendidos com igualdade pelo mesmo sistema. Também não importa se você é francês ou estrangeiro, o direito ao acesso à saúde é universal e igual para todos. 

Para ter acesso ao sistema de saúde da França você precisa ter uma carta Vitale, com um número de sécurité sociale. Este documento contem informações importantes sobre suas origens, nascimento, sexo, etc. É através dele que funciona todo sistema de saúde e de segurança social do país, como direitos trabalhistas, aposentadorias, etc.

Se você é estrangeiro em situação regular na França, precisa se dirigir a caisse d'Assurance Maladie (CPAM) da sua cidade para solicitar seu número de sécurité sociale e sua carta vitale. Estrangeiros em situação irregular também podem se beneficiar do sistema se comprovarem que já vivem na França há algum tempo e que não podem arcar com despesas de saúde. 

Com a carte vitale e o número de sécurité sociale em mãos, você já pode usar sistema, que funciona da seguinte forma:

CONSULTAS MÉDICAS: Na França, toda vez que você for ao médico (não importa a especialidade) precisa pagar a consulta para depois ser reembolsado. O médico lhe pedirá sua carte vitale e a colocará numa maquininha (como destas de cartão de crédito). Neste momento suas informações serão encaminhadas a caisse d'Assurance Maladie, que lhe fará o reembolso de parte do que você pagou. Exemplo: um clínico geral que custa 25 euros a consulta, a Assurance Maladie lhe reembolsará 70% deste valor (em média 16 euros). Os outros 30% são reembolsados pela sua Mutuelle, que vou falar no próximo tópico.

A Mutuelle